Ufes abre consulta pública para elaboração de seu Plano de Cultura

Texto: Com informações da Secretaria de Cultura da Ufes Edição: Thereza Marinho
A Secretaria de Cultura da Ufes abriu uma consulta pública para elaborar o Plano de Cultura da Universidade. A iniciativa está sendo realizada por meio de um formulário on-line, que visa recolher informações relacionadas à percepção da comunidade sobre o cenário cultural da instituição. O preenchimento pode ser feito por meio deste link até o dia 30 de julho.
A consulta trata de questões relacionadas às áreas de interesse do público no campo cultural, aos projetos dos quais a comunidade participa, à frequência e às dificuldades encontradas para acessar os equipamentos culturais da Universidade, entre outras questões.
As informações serão utilizadas por uma comissão, criada em 2023, com a finalidade de conduzir a construção do Plano de Cultura da Ufes. Presidida pelo secretário de Cultura, Rogério Borges, a comissão conta com a participação das professoras Aissa Guimarães e Daniela Zaneti, dos professores Antônio Carlos Moraes e Yiftah Peled, das técnicas-administrativas Eliza Gobira e Marlene Martins, e do técnico-administrativo Leonardo Santiago.
Instrumentos de planejamento
Os Planos de Cultura são instrumentos de planejamento elaborados pelo governo federal, por estados, municípios e universidades, contando com participação social, cuja função é orientar a formulação e a execução de políticas culturais permanentes e democráticas.
O Plano Nacional de Cultura foi criado formalmente por lei em 2010 e sua versão mais recente tem vigência até 2035. O documento, elaborado pelo Ministério da Cultura, serve de referência para a comissão que trabalha na elaboração do documento da Ufes e reúne elementos como diagnóstico, princípios, diretrizes, objetivos estratégicos, metas, ações estratégicas e indicadores.
"A proposta é criar um plano que garanta os direitos culturais da população, considerando sua diversidade e favorecendo a implementação de políticas democráticas, abrangentes e estáveis", afirma Rogério Borges.
