Como parte do Ciclo de Comunicações Preza!, Rosana Paste (DAV/UFES) E Valdelino Gonçalves (DAV/UFES) conduziram um bate-papo sobre POÉTICA POLÍTICAS MARGINAIS E MEIO AMBIENTE.
Sinopse: Diz às formas de cultura popular que sobrevivem no cotidiano social degenerado das cidades “implantadas” sobre o ambiente natural devastado. Abordagem transversal, múltipla e interdisciplinar da arte via “parangolés” (Oiticica) “paisagens críticas” (Brissac). Viva o Pixo.
Como parte do Ciclo de Comunicações Preza!, Eliana Kuster (IFES) e Karla Caser (DAU/UFES)) conduziram um bate-papo sobre ESTÉTICA DE RUA COMO FALA DA CIDADE.
Sinopse: O concreto ganha força e se estabelece nas cidades. Ainda assim, a natureza (re)surge em suas reentrâncias e faces; e a cultura se afirma em manifestações - mensagens, notas, pixos, cartazes - que proclamam desejos, medos, humor. É nesse tensionamento que iremos localizar nossas considerações.
A Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep) divulgou edital com seis oportunidades para estágio não obrigatório destinado a estudantes de nível superior da Ufes ou de outras instituições conveniadas. As inscrições devem ser feitas até sexta, 21 de outubro, encaminhando a documentação exigida no edital para o e-mail das unidades ofertantes das vagas (veja a lista abaixo).
Como parte do Ciclo de Comunicações Preza!, Lucas Carmo Pignaton (PPGA/FDV E ADVOGADO) e Ronaldo Domingues de Almeida (PIIC/UFES E JUIZ DE DIREITO) conduziram um bate-papo sobre ESTÉTICA DE RUA, DENTRO E FORA.
Sinopse: O diálogo tem por objetivo debater as relações entre arte e lei com a pichação e o graffiti em foco, propondo uma dialética a respeito da legitimidade das obras e sua aceitação social como fundamento de legalidade.
Como parte do Ciclo de Comunicações Preza!, Karenn de Amorim e Souza (PPGA/UERJ) e Renato Ren (cocurador e expositor em PREZA!) comandaram um bate-papo sobre ESTÉTICA DE RUA, DENTRO E FORA.
Sinopse: Partindo da relação entre dentro e fora, a comunicação propõe uma reflexão sobre as estratégias de apresentação do graffiti dentro das instituições de arte, propondo uma discussão sobre o modo que se dá a exibição e recepção de obras de graffiti dentro e fora dos espaços institucionalizados e acadêmicos da arte.